Minha infância foi foda , minha adolescência ta uma merda.
(Source: desonrado, via precis0devoceaqui)
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(Source: incompletavel, via sociedadedospoetasmortos)
(Source: querido--john, via sociedadedospoetasmortos)
Sinto a minha alma ser tragada com suavidade mas de forma constante por esses sentimentos de culpa. estou me apagando e carregando tudo o que tinha de bom em mim junto.
Deixo quem me ama sem o que sempre encontrou, oferecendo meu melhor a pessoas que nao usufruem do que sou, sugam!
Fazem me sentir um lixo quase sempre, privando minha pessoa do mundo real e acabando com o real dos outros com minha forma rude de ser.
Um sanguessuga de companhia ao qual pouco ou nada oferece em troca.
Ja fui melhor eu bem sei, sorria e fazia sorrir, distribuía carinhos e os recebia de bom grado, não fui seletivo e me destruí, hoje sou só isso aqui.
enfermo na própria mente.
O raiar do dia revelava sua face perto da minha no travesseiro fofo, dormias tranquila o sono merecido. O suor ainda era presente em minha testa, o cheiro de amor impregnava o ar. O tempo não fazia diferença, o proibido não existia.
As curvas em minhas mãos não pertenciam a outro senão eu, não mais, e o latejar do desejo crescia a cada toque.
Ansiava mais uma vez por nossa união, vibrava com intensidade e me desfazia em comunhão. E enquanto aguardava não tão paciente assim o seu despertar, relembrava em detalhes o que acontecera minutos antes.
- minha, minha - repetia em sua boca, tão doce quanto mel.
- meu, tão somente meu - respondia em soluços e me prendia em êxtase.
Seus cabelos presos em meus dedos, renda negra como a noite que lhe cobria os seios, adorados e desejados. Boca rubra de nossos beijos, olhar desfocado que só me via.
Saudade do tempo em que ele pouco fazia parte de nossas noites, era secundário, quase inexistente.
Na sombra da noite podia sentir em meus dedos o calor de sua pele, tremia e se arrepiava com o contato com a minha. O gosto de sua boca me embriagava como o vinho que bebíamos em preparação, e me viciava com o gosto que seu corpo tinha.
Ainda me vejo apegado a detalhes de nos, como o som de sua voz me chegando aos ouvidos como um lamento pedindo por carinhos, e furiosa, alta e estrondosa quando a ponto de chegar a seu ápice, manejava a situação a seu favor.
Ser recebido era magico, era levado ao paraíso e desabitava de meu corpo para pertencer ao seu, quantas e quantas vezes desejássemos e conseguíssemos.
Era incrivelmente prazeroso mergulhar nesse mar de sensações e nele pertencer em dueto.
Sinto saudades!